O ponto facultativo relacionado ao Dia do Servidor Público será aplicado na sexta-feira, 30 deoutubro, em vez de no dia 28, que é a data comemorativa oficial. A mudança foi aprovada pelo Conselho Universitário (CUn), em cumprimento à portaria nº 15, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Faleceu hoje, 28/10/2015, a professora Zahide Lupinacci Muzart, professora aposentada da Universidade Federal de Santa Catarina.
Depois de aposentada Zahide permaneceu orientando dissertações teses no curso de Pós-Graduação em Literatura.
Zahide era professora com experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira (História das escritoras do século XIX, Literatura e Mulher, feminismo e literatura, Simbolismo em Santa Catarina, Cruz e Souza). Participou da Coordenação do Instituto de Estudos Gênero – IEG/UFSC e de duas editorias da Revista Estudos Feministas. Tendo fundado a Editora Mulheres, com o objetivo de resgatar a obra de algumas mulheres do século XIX, editou os principais romances de escritoras como Inês Sabino, Maria Benedita, Emilia Freitas e de Júlia Lopes de Almeida, esta ultima a qual editou dez livros, visando o resgate de toda a sua obra (a mais importante escritora brasileira do século XIX).
Zahide foi uma das idealizadoras do Seminário Fazendo Gênero, participu ativamente do primeiro encontro (Fazendo Gênero – Seminpario de Estudos sobre a Mulher) organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura, bem como de todas as edições subsequentes.
Seu corpo será velado no cemitério Parque Jardim da Paz, Rodovia SC 401 – KM3, Florianópolis.
Enviamos nossas saudações cordiais e sentimentos à sua família, colegas e amigos.
Instituto de Estudos de Gênero, Revista Estudos Feministas e Direção do CFH
Foram aprovados por unanimidade, em 26/10/15, como Professores Titulares, os professores Rafael José Menezes de Bastos, do Departamento de Antropologia e Léo Afonso Staudt, do Departamento de Filosofia.
Rafael e Léo apresentaram suas trajetórias acadêmicas durante a defesa para fins de Promoção à Classe E – Titular da Carreira do Magistério Superior.
Seus Memoriais de Atividades Acadêmicas foram avaliados pelos membros da banca: Ary Cesar Minella (UFSC), Luiz Rohden (UNISINOS/RS), Maria Elizabeth Lucas (UFRGS/RS), Ricardo Timm de Souza (PUC/RS) e Artur Cesar Isaia (UFSC).
O Centro de Ciências Humanas da UFSC fica honrado com seus novos Professores Titulares e os parabeniza por esta conquista e pela rica trajetória profissional.

No período de 27 de outubro a 6 de novembro, a Galeria de Arte da UFSC vai receber a exposição “Quanto tempo o tempo tem?”, proposta pelo curso de Museologia da UFSC.
A mostra, que é interativa, tem o intuito de trazer a reflexão acerca da influência que o tempo possui na vida humana.
A exposição é dividida em três eixos que remetem a nossa percepção sobre o tempo.
A começar, a exposição desenvolva a relação entre tempo e trabalho, no eixo “Tempo é dinheiro”, o visitante observa a associação do tempo com a rotina e carreira profissional. Em “No meu tempo” a exposição trabalha o caráter nostálgico do tempo, a relação entre tempo, memória, experiência. Por fim, discorrendo sobre como a vida das pessoas é organizada, planejada a partir do tempo, a última parte da exposição é intitulada “O tempo não para”.
O quê? Exposição “Quanto tempo o tempo tem?”
Quando? De 27 de outubro a 6 de novembro – das 10hs às 20hs
Onde? Na Galeria da UFSC, Centro de Convivência
Evento Gratuito
Abertura: 26 de outubro às 18:30 na Galeria de arte, com discotecagem do DJ Gustavo e tela idealizada pelo grafiteiro Rodrigo Rizo.
Nesta quarta-feira, 28 de outubro, acontece no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) a palestra intitulada: “Arqueologia brasileira no século XXI: atuação política, interdisciplinaridade e institucionalização”, com o Professor Jorge Eremites de Oliveira, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL).
O palestrante:
Jorge Eremites de Oliveira é licenciado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1991), mestre e doutor em História/Arqueologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1995, 2002) e concluiu estágio de pós-doutoramento em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011). Atualmente é professor associado na Universidade Federal de Pelotas, onde atua como docente do curso de bacharelado em Antropologia e dos programas de pós-graduação em Antropologia e em Memória Social e Patrimônio Cultural. Também é bolsista de produtividade em pesquisa, nível 1D, do CNPq e responde pela coordenação adjunta da área de Antropologia/Arqueologia da CAPES. Tem experiências nas áreas de Arqueologia, Antropologia Social e História, com ênfase em Etnoarqueologia, Etnologia Indígena e Etno-história, bem como na produção de laudos administrativos e judiciais sobre terras indígenas.
O quê? Palestra “Arqueologia brasileira no século XXI: atuação política, interdisciplinaridade e institucionalização”
Quando? 28 de Outubro (Quarta-feira)
Onde? Auditório do MArQuE – CFH