
Espaço para consulta de obras raras na BU. Foto: Jair Quin/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC
A Biblioteca Central da UFSC (BU) disponibiliza, a partir desta semana, uma sala exclusiva para consulta ao acervo de obras raras. A medida visa proporcionar maior conforto aos usuários pesquisadores deste acervo especial.
O acervo de obras raras da BU é composto de livros e folhetos impressos, tanto do Brasil quanto do exterior, entre os séculos XVIII e XX. Trata-se de uma coleção inestimável de leis do Império e da Província, obras sobre Santa Catarina e sobre o Brasil (incluindo relatos de viajantes, relatórios e obras gerais), obras sobre o direito no Brasil entre os séculos XIX e XX, além de textos literários e ensaios diversos. Há ainda uma coleção de jornais catarinenses do século XIX, um acervo de documentos históricos e periódicos microfilmados.
Além das obras impressas e microfilmadas, há um expressivo acervo documental, formado de manuscritos de importância histórica, como a coleção contendo mais de quatrocentos documentos da correspondência do Ouvidor da Comarca do Desterro entre os anos de 1770 e 1780 e um conjunto significativo de correspondências das colônias alemãs e italianas em Santa Catarina no século XIX.
Mais informações no Serviço de Coleções Especiais pelo telefone (48) 3721-2465.
(Retirado do site da UFSC)
A palestra “Estado e políticas públicas para a promoção da diversidade” acontecerá nesta segunda, 11 de maio, com o prof. Antonio Carlos de Souza Lima, presidente da ABA (Associação Brasileira de Antropologia) às 16h30 na sala 110 (Sala Prof. Silvio Coelho dos Santos) da Antropologia, 1º andar do bloco D do CFH.
Antonio Carlos de Souza Lima é Professor Titular de Etnologia/Depto. de Antropologia, UFRJ, onde atua nos Programas de Pós-Graduação em Antropologia Social e no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia. Suas pesquisas estão relacionadas às áreas de Antropologia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: Antropologia do Estado (indigenismo, política indigenista, povos indígenas e universidade; estudos sobre a administração pública e a cooperação técnica internacional) e História da Antropologia no Brasil (antropologia histórica dos museus e coleções etnológicas; relações indigenismo-antropologia). É presidente da Associação Brasileira de Antropologia (2015-2016), da qual foi Vice-Presidente (2002-2004); Coordenador de sua Comissão de Assuntos Indígenas (2002-2004; 2006-2008); Diretor Regional (2008-2010; 2013-204). É também co-coordenador do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade Cultura e Desenvolvimento (LACED – www.laced.etc.br)/Setor de Etnologia/Dept. de Antropologia-Museu Nacional/UFRJ. Participou e coordenou projetos de pesquisa e extensão com recursos de instituições como a Fundação Ford e a FINEP, desde 2004 até o presente dedicando-se com esses recursos a trabalhar sobre o ensino superior indígenas.
O Grupo de Trabalho da consulta pública sobre a adesão ou não do Hospital Universitário (HU) à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) anunciou na noite desta quarta-feira, 29 de abril, o resultado da votação em toda a UFSC. Entre os estudantes que participaram da consulta, 75,62% votaram pela não adesão, e 25,3%, pela adesão. Dos servidores técnico-administrativos, 68,34% foram contrários, e 28,67% favoráveis à adesão. Entre os docentes, 37,94% votaram “não” e 58,51% “sim”. Os resultados servem como base para a decisão do Conselho Universitário (CUn), que tem a palavra final sobre o assunto.
| Urna/seção |
Total de votantes Inscritos |
Votos pelo NÃO |
Votos pelo SIM |
BRANCOS |
NULOS |
| 901 – estudantes |
944 |
205 |
06 |
01 |
00 |
| 902- professores |
194 |
33 |
15 |
03 |
02 |
| 903 – técnicos |
78 |
41 |
04 |
01 |
00 |
| 911 – estudantes |
933 |
211 |
06 |
00 |
00 |
| 921 – estudantes |
937 |
220 |
09 |
00 |
00 |
| 931 – estudantes |
818 |
199 |
07 |
02 |
00 |
| Total Geral CFH |
3.904 |
909 |
47 |
07 |
02 |

A temática do desenvolvimento regional vem ganhando espaço cada vez maior nos estudos e debates acadêmicos, bem como na formulação de políticas públicas destinadas à promoção do desenvolvimento de uma determinada região, estado ou país. Essa é uma temática de extrema relevância para o estado de Santa Catarina, uma vez que, à medida que o processo colonizador foi avançando, configurou-se um sistema econômico e social regionalizado que, embora tenha se integrado parcialmente ao nível estadual, desenvolveu uma dinâmica de interligação também com cidades pólos regionais de outras unidades da federação. Mesmo assim, atualmente o estado catarinense é visto como um exemplo de um processo de desenvolvimento socioeconômico equilibrado, comparativamente ao conjunto do país. Partes dessas experiências regionais serão analisadas no 7º seminário organizado pelo NECAT, evento que procurará contribuir nas discussões sobre a realidade catarinense, particularmente na temática do desenvolvimento regional.
Data: 29.04.2015 (Quarta-Feira)
Horário: 18.30h
Local: Auditório do Centro Socioeconômico (CSE-UFSC)