Centro de Filosofia e Ciências Humanas
  • Abertas as inscrições para a 30ª Mostra de Artes Visuais de Servidores da UFSC

    Publicado em 09/08/2021 às 16h35

    Abertas as inscrições para a 30ª Mostra de Artes Visuais de Servidores da UFSC


  • Piape promove minicurso sobre Excel aplicado à estatística

    Publicado em 09/08/2021 às 15h29

    Piape promove minicurso sobre Excel aplicado à estatística


  • Nota de Repúdio e Apoio ao Manifesto das Mulheres Indígenas do Brasil contra a morte da jovem Daiane Kaingang

    Publicado em 06/08/2021 às 19h03

    A direção do Centro de Filosofia e Ciências Humanas expressa apoio à manifestação da Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC a respeito do assassinato brutal de jovem indígena no Rio Grande do Sul.

    A Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da Universidade Federal de Santa Catarina vem a público manifestar sua total indignação com o ato de extrema violência contra a vida da jovem Daiane Kaingang de apenas 14 anos. Daiane foi brutalmente violentada, assassinada e teve seu corpo dilacerado na tarde do dia 04 de agosto na Terra Indígena Guarita, Rio Grande do Sul. O crime praticado contra as mulheres indígenas é inaceitável e deve ser investigado e punido. A violência contra os povos indígenas e as mulheres indígenas em especial é um triste marco da história.

    Basta de violência!
    É preciso que todes lutem contra a violência e a favor da vida indígena.
    Vidas indígenas importam!
    Daiane Kaingang, presente!

    Florianópolis, 05 de agosto de 2021.

    Coordenação Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica
    Universidade Federal de Santa Catarina
    Juliana Salles Machado
    Evelyn Schuler Zea
    Maria Dorothea Post Darella
    Natalia Hanazaki
    Murilo Mariano

    ———————————-

    Manifesto das Mulheres Indígenas do Brasil contra a barbárie cometida à jovem Daiane Kaingang, de 14 anos.

    A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), viemos por meio deste manifesto repudiar e denunciar o crime de barbárie cometida na tarde desta quarta-feira (04), no Setor Estiva, da Terra Indígena do Guarita, no município de Redentora, contra a jovem de apenas 14 anos, Daiane Griá Sales, indígena Kaingáng, moradora do Setor Bananeiras da Terra Indígena do Guarita. A jovem Daiane foi encontrada em uma lavoura próxima a um mato, nua e com as partes inferiores (da cintura para baixo) arrancadas e dilaceradas, com pedaços ao lado do corpo.

    Temos visto dia após dia o assassinato de indígenas. Mas, parece que não é suficiente matar. O requinte de crueldade é o que dilacera nossa alma, assim como literalmente dilaceraram o jovem corpo de Daiane, de apenas 14 anos. Esquartejam corpos jovens, de mulheres, de povos. Entendemos que os conjuntos de violência cometida a nós, mulheres indígenas, desde a invasão do Brasil é uma fria tentativa de nos exterminar, com crimes hediondos que sangram nossa alma. A desumanidade exposta em corpos femininos indígenas, precisa parar!

    Estamos aqui, reivindicando justiça! Não deixaremos passar impune e nem nos silenciarão. Lutamos pela dignidade humana, combatendo a violência de gênero e tantas outras violações de direitos. As violências praticadas por uma sociedade doente não podem continuar sendo banalizadas, naturalizadas, repleta de homens sem respeito e compostura humana, selvageria, repugnância e macabrismo. Quem comete uma atrocidade desta com mulheres filhas da terra, mata igualmente a si mesmo, mata também o Brasil.

    Mas saibam que o ÓDIO não passará! Afinal, a violência praticada não pode passar impune, nossos corpos já não suportam mais ser dilacerados, tombado há 521 anos. Que o projeto esquartejador empunhado pela colonização, violenta todas nós, mulheres indígenas há mais de cinco séculos.

    Somos 448 mil Mulheres Indígenas no Brasil que o estrupo da colonização não conseguiu matar e não permitiremos que a pandemia da violência do ódio passe por cima de nós.
    Parem de nos matar! A cada mulher indígena assassinada, morre um pouco de nós.

    Vidas indígenas importam. Gritaremos todos os dias, a cada momento, vidas indígenas importam. E a vida de Daiane importa. Importa pra sua família, para seu povo. Importa para nós mulheres indígenas.

    Somos todas Daiane Griá Kaingang!
    Exigimos justiça!

    Assinam o manifesto: ANMIGA – APIB – ARPINSUL

    Leia nota completa da Anmiga (@anmiga): https://bit.ly/JustiçaDaiane


  • Pesquisa de perfil dos Técnicos Administrativos em Educação da UFSC

    Publicado em 02/08/2021 às 14h02

    O SINTUFSC – Sindicato de Trabalhadores em Educação das Instituições Públicas de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina, em parceria com pesquisadores do trabalho da Ufsc, querem conhecer melhor quem são, como vivem e como trabalham os/as técnicos administrativos da universidade.

    Sabe como você pode ajudar? Respondendo a pesquisa, que leva só 20 minutinhos e pode ajudar a melhorar as condições de trabalho de todos os servidores e servidoras. E pode ficar tranquilo que os dados serão tratados sob sigilo e anonimato, ok? Contamos com a sua participação!

    📲 🖥️ https://pt.surveymonkey.com/r/PerfilTAEsUFSC


  • Nota de pesar pelo falecimento da TAE Giseli Zuchetto Knak

    Publicado em 30/07/2021 às 16h31

    A direção do Centro de Filosofia e Ciências Humanas lamenta o falecimento, ontem (29 de julho), da arquiteta e urbanista Giseli Zuchetto Knak, técnica do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (Dpae) da UFSC. Giseli cooperou com o CFH em inúmeros projetos, dos quais se destacam a arquitetura do Serviço de Atenção Psicológica (Sapsi) e dos Blocos E e F, construídos recentemente. A arquiteta faleceu aos 39 anos, em decorrência de uma cirurgia.

    O Dpae emitiu nota detalhada sobre a trajetória profissional de Gisele:

    Nota de Pesar, e de Agradecimento: Giseli Zuchetto Knak